Descubra Se a Pandemia Realmente Impactou o Mercado de Investimentos

pandemia e investimentos

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Toda a população brasileira está acompanhando as notícias a respeito do mercado financeiro, e na qual ocorre a relação, de forma clara, entre os investimentos  e a pandemia do novo coronavírus. No fim das contas, estamos conversando sobre a pandemia em geral, e que esta se dispersou velozmente pelo mundo todo, causando a obrigação da economia global a caminhar mais lentamente e que também, as pessoas devem se manter confinadas dentro de suas residências.

Este cenário que, partiu entre outras mais conclusões, estimulou a alta queda evidenciada nas atividades de corporações de diferentes setores. Ao invés de você investidor, iniciar em uma entrada de ondulação de amedrontamentos generalizados, procure optar por realizar a busca por informações qualitativas e com embasamentos lógicos.

Diante disso, neste artigo é o que será apresentado a você. Prossiga a leitura e compreenda de maneira prática e simples esta relação que sucede entre os investimentos e o coronavírus.

A perspectiva geral do grande impacto do coronavírus na economia global

Conforme os estudos realizados pela KOF, na edição do mês de abril do ano de 2020, a respeito dos barômetros da economia global, em conjunto com a FGV, traz que o alto impacto da pandemia do coronavírus no mercado financeiro é acrescido diariamente.

A doença do covid-19 se espalhou para outros países além da China, o seu ponto de origem, no qual ocorreram grandes quedas dos indicadores, demonstrando um sinal de aperfeiçoamento para desacelerar o PIB global e de que a crise financeira estremeceu todas as economias de quaisquer continentes existentes.

Segundo as palavras do pesquisador FGV IBRE, Paulo Pichetti, diz que, em vista do impacto da pandemia acerca da economia internacional, causa uma grandiosa atenção não somente pela a sua amplificação, mas também, através da vasta propagação em setores e regionais, todos adentraram neste momento histórico dos indicadores.

Mesmo que, estes efeitos propagadores estão se disseminando, há a possibilidade de ocorrer o mapeamento destes setores que contiveram maiores questões prejudiciais, de acordo com os detalhes que exemplificaremos a seguir.

Quais setores de economia estão sendo mais prejudicados?

O setor que com convicção está sendo o mais prejudicado, devido a pandemia do coronavírus, é o de turismo, pois este abrange variados tipos de serviços, como, por exemplo, para viagens de lazer e/ou trabalho e de hotelaria.

A compreensão é extremamente simplista, no sentido de que, mesmo que você deseja realizar alguma viagem agora, certamente, se depararia com múltiplas dificuldades, como, nos países que estão mantendo as suas fronteiras fechadas e de serviços não diligentes.

As medidas que foram tomadas para o isolamento social e que possuem a determinação pelo Governo ou impostas pela população, ocasionou o fechamento das portas de hotéis, parques de diversões, restaurantes, entre outros locais. Sendo assim, pelo senso comum de preservar a saúde do brasileiro, seria confuso encontrar alguém que cogitaria viajar em uma pandemia, e mesmo que seja no país residente.

Como o tópico principal deste artigo é relatar sobre os pontos da crise econômica e do coronavírus, vale lembrar que estão contidas na cadeia de economia de turismo, e que se nota na Bolsa de Valores, é possível observar que no site da Bovespa, as empresas de companhia área que mais tiveram quedas de lucratividade no decorrer da pandemia, sendo, por exemplo, Gol, Embraer, CVC e a Azul. Além dos setores citados, como o turismo, setor de alimentação, eventos, temos também, a crise para construções e de combustíveis.

Quais setores de economia estão sendo menos afetados?

Os setores que estão com menos afetação durante a pandemia, são os serviços considerados essenciais para a população, como as farmácias e os supermercados, pois sem a possibilidade de realizar as refeições em restaurantes, a grande maioria está comendo em casa, e fazendo com que a lista de compras aumenta cada vez mais, e movimentando a circulação financeira dos mercados.

Outros itens que poderiam ser adquiridos facilmente em supermercados, ainda assim, não deixaram de ser importantes na pandemia. Já no caso da indústria farmacêutica, o não consumo de medicamentos nunca se tornou uma questão não essencial para os clientes. E de outrem setor que contém variadas benesses, é o de compras via internet, pois grande parte das lojas migrou para o meio digital, e no qual crescentemente aumentou a valorização de proprietários destas lojas.

Como será e está a crise econômica brasileira?

O maior problema da pandemia é a afetação de demandas em inúmeros setores da economia, pois se não há demanda, não ocorrem as vendas, e logo, sem as vendas, não conterá a receita. Tendo em vista, de que, a economia do Brasil é completamente dependente de serviços e comércios, a propensão é de que haja mais sofrimento do que os outros países que realizam a produção de quantidades maiores de produtos com custeio caro.

A receita não apenas enseja de ser gerada em comércios físicos de prestação de serviços e de varejo, pois há variação de opções online, porém, com a baixa demanda estará afetando a rede de ocupação laborativa, sendo que estas dependem dos estabelecimentos.

Com a parcela da população necessitando trabalhar com jornadas e remunerações reduzidas ou desempregadas, certamente, o consumo também será limitado. A crise financeira poderá atingir por fim, as notas de classificação de risco, que são disponibilizadas pelas Agências de Rating, causando impactos na confidência de quem investirá na pandemia no Brasil.

O que podemos desejar do futuro com o crescimento da pandemia coronavírus?

Partindo de uma visão otimizada, vale dizer que o atributo produtivo do país não deverá conter destruições com relação à queda da demanda de investimentos e de comércio.

Após a superação da pandemia no futuro, o Brasil estará endividado e milhares de pessoas devem inserir as suas finanças repetidamente nos alicerces durante um período. Não devemos deixar de ser concorrentes nos diferentes setores, nos quais somos fortes, antes da ocorrência da pandemia, e também, não expor as nossas fragilidades.

Em suma, após a resolução da questão primordial, sendo a saúde, o setor econômico de maneira gradual irá normalizar.

Por quanto tempo a economia do Brasil irá levar para se recuperar por completo dos altos impactos da pandemia?

Não é possível definir de prontidão e com assertividade, qual o tempo para que o Brasil consiga se recuperar por completo, após a pandemia. Porém a grande maioria dos especialistas diz que a probabilidade é baixa para a restauração a curto prazo. De início, não saberemos em qual momento a pandemia irá ser encerrada, e de fato, moderada, e que por fim, a vida retorne ao comum do dia a dia.

Existem variados fatores que implicam e estão envolvidos, como, por exemplo, políticas de infraestrutura do sistema de saúde, de controle, imunidades para a população, métodos novos para tratamentos, vacina para todos etc.

Após este cenário ser finalizado, poderemos descomplicar em três possíveis panoramas, como um horizonte mais esperançoso, no qual se acredita que ao final da crise econômica e da pandemia, ocorrerá um crescimento gradativo e imediato.

O segundo panorama se encaixa na consideração de uma visão com alta probabilidade de se concretizar, que a situação financeira do Brasil irá demorar para crescer. E o terceiro, e último panorama, sendo o que há a maior hipótese de ser efetuado, é a aceleração de maneira acentuada após a recessão, e que se levará a outra.

Quais imprecisões o mercado financeiro de investimentos afrontará com a pandemia?

Mesmo que tenhamos as altas tecnologias de processos e de monitoração dos dados da população já desenvolvidos, a pandemia se tornou um grande fenômeno enigmático para haver uma previsão perante o futuro com assertividade.

É temido que, por exemplo, os países que iniciaram os períodos para abertura, suavizando as políticas da quarentena e de isolamento social, começaram a aturar a segunda onda do covid-19. Vemos ser provável de ocorrer diversos lockdowns e quarentenas, nas quais atrasam por completo a restauração da economia brasileira.

No mercado financeiro, o relacionamento deste tipo de cenário com imprecisões a respeito do vírus e de investimentos na pandemia deixam as pessoas interessadas mais precavidas. A Bolsa de Valores teve a pausa de decadência de maneira sobressaída, porém, ainda pode haver a demora para que consigamos enxergar a curva acentuada, e somente devendo acontecer ao término de riscos à saúde do povo brasileiro.

Como o mercado financeiro deve enfrentar estes impactos?

O primeiro passo que iremos dar é a manutenção da calma, não se enfurecer e buscar informações a respeito da relação entre investimentos e a pandemia do coronavírus. Afinal, esta pandemia com a tamanha dimensão se torna além do desejo de qualquer ser humano. Logo é necessário aceitar a situação atual como está, e ter em mente que este momento vai passar e é uma exceção, de que a população está passando por uma desarmonia financeira.

É realmente plausível seguir com investimentos na pandemia?

A qualquer tempo é possível investir durante a crise, por isso tenha um planejamento financeiro e coloque em prática o que você deseja alcançar no futuro a longo prazo. Portanto, investir é a melhor opção de negócio.

Quais são os melhores tipos de investimentos para realizar no decurso da pandemia?

Caso você deseja investir agora, primeiramente, não pense sobre a ocorrência da perda de dinheiro até aqui, em razão da pandemia. Esta situação não significa que você irá realizar o resgate do dinheiro investido atualmente, e sim, de consolidar as perdas inoportunas.

Deve-se pensar sobre o futuro, e que existem diversos ativos na Bolsa de Valores com variáveis preços muito atrativos. Este pode ser o momento ideal para o investimento em ações, mas sempre com cuidado, ainda mais na pandemia.

Como o mercado financeiro está instável e sem assertividade, é recomendável que adquira posições inovadoras na renda variável. Em suma, é necessário visualizar alternativas para investir, como, por exemplo, ativos de renda fixa ou fundos imobiliários, para que você tenha maior segurança financeira.

Quais são as dúvidas essenciais dos investidores a respeito da pandemia e investimentos?

• Taxa Selic pode cair ainda mais?
Com o corte sequencial da taxa Selic, os ativos de renda fixa se tornaram atrativos baixos, fazendo com que os investidores migrem para outro tipo de ação.

• E o dólar vai subir também?
Partindo da crise econômica perante o coronavírus, a alta do dólar se mantém, com diferentes incertezas e imprecisões, por isso, os investidores estão alocando o seu capital em outros países.

• O investimento em títulos de inflação está negativo. O que posso fazer?
Em caso de títulos que estão prefixados, deverá agir com a espera e apenas resgatar o capital na data de vencimento do seu título. Dessa forma, você irá garantir que o dinheiro seja rendido.

• Será que devo adquirir títulos prefixados hoje?
Em um panorama de crise, estes títulos prefixados se tornaram a saída para a obtenção de maiores rendimentos, pois com a boa remuneração é garantido que o prêmio somente seja pago na data de vencimento do ativo.

• Se eu tenho o título no TD (Tesouro Direto), posso sacar agora?
Esta situação irá depender da categoria que o seu título se encontra. No caso de ser prefixado, a indicação é de que o mantenha. Agora, para os pós-pixado correlacionados a taxa Selic, demonstra como a opção ideal para o resgate e que você o aloque em outro investimento que seja mais vantajoso.

Conclusão

Saiba que o melhor jeito de proteção ao seu capital no decorrer da crise é a busca pelas informações, para que consiga entender o relacionamento entre os investimentos e a a pandemia.

Como exemplificado neste artigo, o maior estorvo é a incerteza da pandemia, pois não é possível efetuar uma previsão partindo de um grau confiável a respeito do que ocorrerá no futuro. Sendo assim, deve-se manter a paz e a calma, e não se desesperar e refletir a longo prazo para investir.

Se possível, realize uma reserva de emergência financeira para eventos inoportunos que podem advir.

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