Aprenda Agora a Proteger e Aumentar Seu Patrimônio Com Estas Dicas Para Investir Dinheiro

Dicas para investir dinheiro

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Neste artigo elencamos as principais dicas para investir dinheiro de modo a não se expor à riscos desnecessários, mas garantindo uma rentabilidade acima da modesta poupança.

Investir dinheiro é uma ótima maneira não apenas de multiplicar o capital, mas de protegê-lo da inflação e ampliar o seu poder de compra.

No entanto, com o crescimento exponencial de pessoas físicas na bolsa de valores, surgiram muitos “falsos profissionais” com promessas de dinheiro falso. Por isso, confira nossas dicas para proteger e aumentar seu patrimônio.

Investimento é planejamento

O primeiro ponto que qualquer investidor de primeira viagem precisa ter em mente é o de planejar os seus aportes. Afinal, não há sentido em acumular uma fortuna sem um propósito final, o que pode ser qualquer coisa.

  • Uma viagem;
  • Abrir o próprio negócio;
  • Conquistar uma renda recorrente;
  • Atingir a liberdade financeira, entre outros.

É essencial saber as razões pelas quais se está investindo, caso contrário os aportes não têm regularidade e o objetivo final pode levar muito mais tempo que o necessário para ser conquistado.

Estude os termos do mercado

Quem está dando os primeiros passos no mercado financeiro deve se dedicar a conhecer o vocabulário, afinal essa pode ser a diferença entre montar uma carteira consistente e uma que só trará prejuízo. Vamos a três termos essenciais.

  1. Liquidez. Quando temos investimentos não temos o dinheiro propriamente dito, mas títulos com o governo, bancos ou empresas. O prazo de liquidez é o tempo necessário para transformar esses papéis em saldo na conta.
  2. Risco. O risco indica o quanto o seu capital está exposto a variações. Existem algumas formas de risco, como crises econômicas, em empresas, ou até mesmo relacionada ao câmbio. Cada tipo de investimento possui um nível diferente, por tanto, cada caso é um caso.
  3. Rentabilidade é o indicador-chave do mundo financeiro. Indica o quanto o dinheiro se multiplicou em um período.

Há muitos outros além desses principais, como as siglas CDI, LCI, LCA, CDB, evaluation. A dica de ouro é se manter informado e estar a par desses termos.

Monte a sua reserva de emergência

A crise do Coronavírus tomou conta das nossas vidas e deixou uma mensagem muito clara, imprevistos acontecem! Isso não é necessariamente ruim.

Às vezes, emergências são benéficas, pois são elas que nos fazem dar um passo adiante mesmo tendo receio.

Pense em quão mais aliviado você teria passado esse ano se soubesse que tem dinheiro guardado para manter o padrão de vida por alguns meses sem precisar trabalhar!

Essa é a tão famosa reserva de emergência, um valor igual ao necessário para manter o atual padrão de vida por algum tempo em casos de imprevisto. Ela é a multiplicação entre o custo de vida e o período que se julga necessário.

Se você trabalha em regime de CLT, possui maior estabilidade, então a sua reserva será de 6 (meses) x o custo de vida. Agora, autônomos não possuem uma renda fixa, então podem tomar como base um período de 12 meses.

A reserva de emergência não é apenas para emergências, mas ela serve como um colchão de tranquilidade ao investidor. Como veremos mais à frente, a renda variável oscila muito no curto-prazo, assim, ter uma reserva ajuda a acalmar a ansiedade no caso de variações negativas em um determinado momento.

Dessa maneira, esse tipo de investimento deve possuir alta liquidez, ou seja, pode ser resgatado a qualquer momento. Também, não possui uma rentabilidade atrativa, afinal deve ser avesso a riscos.

Por tradição, o tesouro SELIC e os fundos DI são utilizados para essa finalidade, mas com a taxa SELIC em um patamar tão baixo, há opções melhores em alguns bancos e corretoras digitais.

Defina os objetivos do dinheiro

Ter metas em mente é essencial para estruturar toda a jornada do crescimento. Já aprendemos sobre a reserva de emergência. Um dinheiro que precisa estar disponível a qualquer momento. Esse é um objetivo de curto-prazo. Com ele buscamos segurança, por consequência, é menos rentável.

Os objetivos de médio-prazo são aqueles entre 6 meses e 3 anos. É um dinheiro que podemos assumir um risco levemente maior, afinal temos tempo para corrigir pequenas oscilações passageiras.

Já no longo-prazo está a tão sonhada liberdade financeira. É um capital que ficará investido mais de 3 anos, sem limite para ser sacado. Aqui o risco é o maior de todos, mas o retorno pode ser ilimitado se as escolhas forem conscientes e estudadas.

Definir metas é importante para manter o foco do investimento. Se você possui a sua reserva de emergência alocada na bolsa, por exemplo, se houver uma forte oscilação negativa, será tentado a sacar tudo o mais rápido possível, efetivando a perda de capital.

Se planeje financeiramente

O que foi investido é um valor que sai da sua conta. O maior erro do investidor iniciante é usar o que foi aplicado como um caixa suplementar. Se a retirada for constante, os objetivos podem ficar cada vez mais distantes.

Hoje em dia as planilhas de gastos já se provaram não serem aliadas ao bom investidor. Elas servem sim para demonstrar o fluxo da conta, mas não ajudam a economizar efetivamente.

No fim, o que importa são os grandes gastos, aqueles que envolvem muito dinheiro. Como um iPhone novo, um carro importado ou uma casa financiada. É preciso saber de onde vem o dinheiro e para onde ele está indo, mas acima de tudo, encarar os investimentos como uma conta fixa que você paga pelo futuro.

Defina um valor mensal que será investido – recomenda-se pelo menos 30% da renda – e garanta que ele será realizado de modo a garantir consistência nos aportes, de modo a não comprometer o custo de vida.

Encarar como uma conta ajuda com uma série de razões. Primeiro que tendo uma estratégia de investimento as decisões se tornam mais fáceis, segundo que o ser humano se adapta. 30% pode parecer muita coisa, mas você encontrará meios de passar o mês com o restante.

Conheça o seu perfil de risco

O perfil de risco é um bom indicador para identificar a sua tolerância à perda. O que você faria se o seu patrimônio caísse 10% de um dia para o outro? Um público conservador perderia o sono por isso, mas os investidores agressivos aceitam se acreditam em uma recuperação no longo prazo.

Identificar essas características faz parte do planejamento. Isso evita que decisões precipitadas impactem nos rendimentos de longo-prazo. Não existe resposta certa para isso, mas diferentes pessoas terão diferentes resultados.

Diversifique os investimentos

Falamos muito de riscos até agora, afinal eles estão em todos os tipos de investimento. A diversificação da carteira é a maneira mais eficaz de mitigá-los, quando realizada da maneira correta.

Além da reserva de emergência é essencial ter a chamada reserva de oportunidade. É aquele dinheiro que segue os moldes da primeira modalidade, mas é usado para comprar investimentos que surgem de tempos em tempos no mercado, sejam ações baratas ou títulos pré-fixados de alta rentabilidade.

Se o seu perfil suportar oscilações, a renda variável é o paraíso da rentabilidade e da diversificação. Quem investe em ações, por exemplo, costuma ter capital alocado em diferentes setores da economia, de modo que se um vai mal, outros podem rebalancear a perda.

Há ainda outras modalidades novas no mercado, como o investimento esportivo, peer to peer lending, ou ainda financiamento coletivo. Basta encontrar aqueles que se adequam às suas expectativas, com foco em equilibrar a carteira.

Comece aos poucos

Se você está começando hoje a investir, não corra os riscos da bolsa em uma primeira tacada. Vá dando pequenos passos para compreender como o seu capital pode trazer resultado no curto, médio e longo-prazo.

No Brasil há inúmeras casas de investimento e gestoras de fundos que podem fazer todo esse trabalho para você, garantindo que o seu dinheiro está nas mãos de profissionais reconhecidos e validados pelo mercado.

Os fundos de investimento funcionam como um financiamento coletivo, em que a gestora aloca os recursos dos cotistas em produtos de acordo com o seu regulamento. Há trends em renda fixa, ações, fundos que investem em fundos, variação cambial, dentre outros.

Através desses profissionais é possível ter acesso à relatórios quanto ao patrimônio investido, além de contar com uma consultoria capaz de responder às principais dúvidas em relação aos produtos contratados ou quaisquer outros serviços relacionados.

Comece a investir o quanto antes

Se analisarmos os maiores investidores do mundo, eles possuem características em comum. São experientes no mercado e pacientes. O tempo é o maior aliado de quem busca um alto rendimento, tudo graças aos chamados juros compostos.

Eles são o elemento chave do sucesso no mercado financeiro. Quando os seus investimentos geram lucro em conta, reinvista esse valor, pois por meio dos juros compostos todo esse valor será a base para o próximo rendimento, ampliando o horizonte de ganhos.

Quando mais cedo começar, menores precisarão ser os aportes necessários para atingir os objetivos, e maior será o tempo em que o dinheiro vai trabalhar para você, e não o contrário.

Em um momento de taxa de juros nas mínimas históricas, investir é essencial para garantir a sua estabilidade e da sua família. Não deixe para mais tarde!

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